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Última revisão: 17 de fevereiro, ano 2005

 

A diferença que nos fez… quase iguais.

 

Fraqueza é sinal de fragilidade; falta de capacidade espiritual, moral ou intelectual. Equivale dizer: “estado em que uma pessoa fica por falta de resistência.”

Mas, a que se refere esta não resistência?

E quando essa fraqueza refere-se tão-somente, a não ter a força necessária para recusar a prática do pecado?

Nossa eterna diferença para com Jesus Cristo, nossa fraqueza tão explícita é o pecado. Porém, nem por isso devemos desanimar. Porque, se nem Deus que é o "Todo-Poderoso" desistiu de nós, quem somos nós para fazê-lo? Isto ocorre devido a um grande sumo sacerdote que penetrou no céu, pontífice capaz de compadecer-se de nossas fraquezas, devido a Ele ter passado pelas mesmas provações que nós, com exceção do pecado.

Jesus Cristo foi crucificado por nossas fraquezas, mas está vivo pelo poder de Deus. Esta fraqueza pela qual morreu, foi o nosso  pecado, as nossas doenças.

Deus diz que da mesma forma que estava em Moisés, em nós está também. São Paulo ao nos dizer: "Examinai a vós mesmos, se estais em Deus. Provai-vos a vós mesmos. Acaso não reconheceis que Cristo está em vós?"(2ªCor. 13,5a), parece ser insensato, porque se Deus não tem pecado, se somos seus filhos, se está em nós, como somos pecadores e Ele não? A presença de Jesus Cristo em nós não deve ser compreendida como se estivéssemos imunes a todas as fraquezas. Ele está presente em nossa fé, em nossa entrega, em nossa confiança.

Mas quando nos distanciamos deste desígnio aí então, é que caímos, somos fracos e pecamos. Até porque Ele nos concedeu algo que sempre determina a nossa escolha, algo que se não existisse não poderia fazer com que nos arrependêssemos. Este algo é o livre arbítrio.

Seria muito fácil a Deus, se Ele não nos deixasse livres para optar e, fizesse com que seguíssemos as suas vontades. No entanto, se assim fosse não cresceríamos, não amadureceríamos e não reconheceríamos nossas próprias falhas. Ele nos ensina que toda a ação, toda a escolha, gera uma conseqüência que é conforme o que optamos. Cabe a cada um de nós analisar bem se o preço que estamos  pagando corresponde ao “benefício” obtido.

Às vezes, por um momento, por algo passageiro jogamos fora algo grandioso; jogamos fora uma vida. Deus nos deixou, entre outras, uma grande lição na palavra do apóstolo Paulo.

"Para que a grandeza das revelações não me levasse ao orgulho, foi me dado um espinho na carne, um anjo de satanás para esbofetear-me e me livrar do perigo da vaidade". (2ªCor. 12,7)

Na nossa fraqueza o Espírito de Deus vem em nosso auxílio. Isto porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém. Mas mesmo assim, o Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis, que visam a redenção do nosso corpo, pois nossa salvação é objeto de esperança. (Cf. Rm. 8,26-27)

Em outra passagem, o mesmo São Paulo, diz: "Mas ele me respondeu: Basta-te  a minha graça, porque é na fraqueza que se revela a minha força" (2ªCor. 12,9a)

Enfim, precisamos pensar duas vezes antes de fazer qualquer coisa, medir as conseqüências deste ato. Não devemos jamais nos subestimar, porque quando o fazemos, é então, que ficamos cegos e nos entregamos à fraqueza, é, então que pecamos. Mas, se cairmos é necessário, buscar acima de tudo, a reabilitação em Jesus Cristo.

 Devemos sempre lembrar do sacrifício que Jesus Cristo fez em nosso favor.

Texto de:

Maria Cláudia Ramires Diamante.

Presidente Prudente – São Paulo

Fonte: "Catecismo da Igreja Católica"

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