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LEITURAS DO 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 03 / 07 / 08 – Cor Litúrgica “VERDE” – Ano “A”

Comentário Inicial: Neste domingo da multiplicação dos pães, Jesus Cristo nos convida a nos alimentar de sua palavra e da eucaristia para que ninguém vá embora com fome.

Celebramos a páscoa de Jesus Cristo, que se manifesta em todas as pessoas e grupos que têm compaixão dos pobres e famintos da sociedade e com eles se preocupam. Queremos entrar em comunhão com todos os padres neste dia a eles dedicado.

 

Comentário sobre as Leituras: O Reino de Deus não pode se concretizar enquanto houver fome de pão e de dignidade. Banquete com fartura é sinal do projeto de Jesus Cristo, que tem compaixão do povo e convoca seu grupo para alimentar as multidões famintas.

 

 

1 leitura (Isaías 55,1-3)

Leitura do livro do profeta Isaías.

Assim diz o Senhor: “Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas; vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro, tomar vinho e leite sem nenhuma paga. Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão, desperdiçar o salário senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção e alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo. Inclinai vosso ouvido e vinde a mim, ouvi e tereis vida; farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi”. — Palavra do Senhor.

 

Salmo responsorial (145/144

Refrão: Vós abris a vossa mão e saciais os vossos filhos.

1.    Misericórdia e piedade é o Senhor, / ele é amor, é paciência, é compaixão. / O Senhor é muito bom para com todos, / sua ternura abraça toda criatura. — R

2.    Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam / e vós lhes dais no tempo certo o alimento; / vós abris a vossa mão prodigamente / e saciais todo ser vivo com fartura. — R.

3.    É justo o Senhor em seus caminhos, / é santo em toda obra que ele faz. / Ele está perto da pessoa que o invoca, / de todo aquele que o invoca lealmente. — R.

 

II leitura (Romanos 8,35.37-39)

Leitura da carta de são Paulo aos Romanos.

Irmãos, quem nos se parará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? Em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou! Tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qual quer será capaz de nos separar do amor de Deus por nós, manifesta do em Cristo Jesus, nosso Senhor. — Palavra do Senhor.

 

Evangelho (Mateus 14,13-21)

 

Refrão: Aleluia, aleluia, aleluia.

O homem não vive somente de pão, mas vive de toda palavra que sai da boca de Deus e não só de pão. Amém. Aleluia, Aleluia, aleluia! (Mt. 4,4) —R

 

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!”

Jesus, porém, lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!” Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. Jesus disse: “Trazei-os aqui”.

Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram satisfeitos e, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças. — Palavra da Salvação.